Peritos pedem socorro


Em uma entrevista coletiva realizada pela Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP), na cede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, estava em pauta a violência vivenciada pelos profissionais diariamente.
A cada dia aumenta mais a falta de segurança dos médicos peritos do INSS. Alguns pacientes que não conseguem o resultado ‘desejado’ nas perícias agridem e até assassinam os médicos.
Essa entrevista coletiva foi motivada pela indignação dos profissionais da ANMP depois do assassinato de um médico em Patrocínio (MG). José Rodrigues de Souza (61) foi baleado pelo ex-gari Manoel Rodrigues (60) depois de ter tido o seu pedido de benefício do INSS negado. José Rodrigues trabalhava há trinta anos para o INSS, era casado e pai de dois filhos.
A ANMP assinou um acordo com o INSS que garantiria a segurança dos profissionais. As medidas que seriam adotadas incluíam portas com detectores de metais, acompanhamento policial para as regiões rurais, dentre outras medidas. Mas nenhuma dessas medidas foram tomadas.
Como forma de pressionar o Ministério Público a ANMP fez uma paralisação de cinco dias. A decisão de protestar parando de trabalhar esses dias foi tomada depois que a médica perita Cristina Felipe da Silva foi assassinada. Essa greve foi julgada e considerada legal pelo Tribunal do DF.
E as ameaças não são apenas com os médicos peritos. O auditor fiscal Guilherme de Oliveira Horta contou que para trabalhar ele toma várias medidas de segurança. Algumas das medidas são: o telefone para contato que é deixado nas instituições é sempre o da Delegacia Regional do Trabalho, nunca o pessoal, outra forma de se prevenir é nunca ir sozinho fazer a fiscalização, sempre em dupla. Nos casos que oferecem maior risco a escolta policial é acionada. Na área rural é onde acontecem mais casos de ameaças. Guilherme contou que com essas medidas ele conseguiu, desde 1984, desempenhar seu trabalho.
A insegurança diária desses profissionais está assustando cada vez mais. É preciso que haja segurança para que eles possam trabalhar. Cada profissional cria alternativas próprias para tentar amenizar o problema, mas a violência crescente parece não ter fim.
A cada dia aumenta mais a falta de segurança dos médicos peritos do INSS. Alguns pacientes que não conseguem o resultado ‘desejado’ nas perícias agridem e até assassinam os médicos.
Essa entrevista coletiva foi motivada pela indignação dos profissionais da ANMP depois do assassinato de um médico em Patrocínio (MG). José Rodrigues de Souza (61) foi baleado pelo ex-gari Manoel Rodrigues (60) depois de ter tido o seu pedido de benefício do INSS negado. José Rodrigues trabalhava há trinta anos para o INSS, era casado e pai de dois filhos.
A ANMP assinou um acordo com o INSS que garantiria a segurança dos profissionais. As medidas que seriam adotadas incluíam portas com detectores de metais, acompanhamento policial para as regiões rurais, dentre outras medidas. Mas nenhuma dessas medidas foram tomadas.
Como forma de pressionar o Ministério Público a ANMP fez uma paralisação de cinco dias. A decisão de protestar parando de trabalhar esses dias foi tomada depois que a médica perita Cristina Felipe da Silva foi assassinada. Essa greve foi julgada e considerada legal pelo Tribunal do DF.
E as ameaças não são apenas com os médicos peritos. O auditor fiscal Guilherme de Oliveira Horta contou que para trabalhar ele toma várias medidas de segurança. Algumas das medidas são: o telefone para contato que é deixado nas instituições é sempre o da Delegacia Regional do Trabalho, nunca o pessoal, outra forma de se prevenir é nunca ir sozinho fazer a fiscalização, sempre em dupla. Nos casos que oferecem maior risco a escolta policial é acionada. Na área rural é onde acontecem mais casos de ameaças. Guilherme contou que com essas medidas ele conseguiu, desde 1984, desempenhar seu trabalho.
A insegurança diária desses profissionais está assustando cada vez mais. É preciso que haja segurança para que eles possam trabalhar. Cada profissional cria alternativas próprias para tentar amenizar o problema, mas a violência crescente parece não ter fim.
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