quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Episódio do qual poucos se sabiam

“Não foi por acaso” é o título do mais recente livro de jornalismo investigativo que está no meio de comunicação, o lançamento foi no início da semana, segunda feira, dia 28 de setembro de 2009, o livro surgiu da necessidade de esclarecer os fatos sobre o massacre dos operários da siderúrgica Usiminas ocultados pelo poder durante anos, escrito por Marcelo Freitas, jornalista modesto ganhador de vários prêmios e em destaque o prêmio Esso de jornalismo em 2001 nos conta um pouco mais sobre essa investigação detalhada em um bate papo no auditório da faculdade Estácio de Sá no dia seguinte do lançamento.


Segundo o autor a produção do livro se deu em duas etapas, uma em 1988 quando trabalhava no jornal Hoje em dia quando produziu sua primeira reportagem sobre o assunto e a outra etapa no ano de 2003 quando trabalhava no jornal Estado de Minas, Marcelo conta que o que motivou a escrever foi falta de conhecimento que todos tinham sobre os reias fatos que envolveram os trabalhadores e empreiteiros.


Foram anos de investigação, o jornalista colheu relatos de vários personagens que vivenciaram a barbaridade daquele dia macabro na história de Minas, a entrevista se estendeu ainda aos parentes e amigos das vítimas, sindicalistas e até mesmo militares envolvidos diretamente no massacre e o silêncio de várias pessoas. O livro contém também fotos, documentos e a dedicação incansável de um jornalista sequioso pela a informação verdadeira dos fatos.


“Não foi por acaso” leitura obrigatória para estudantes e graduados em jornalismo e uma boa dica, para os curiosos que queiram saber sobre o jornalismo, e sobre as verdades da origem da siderúrgica em Ipatinga.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Marketing Promocional: saiba como usar as ferramentas certas

Na semana acadêmica de marketing promocional realizado na faculdade Estácio de Sá, tivemos o jovem e talentoso Fabio Assis, 29 anos, diretor da cúmplice comunicação convidado para falar um pouco sobre o tema: Meios digitais e interatividade: até onde isso vai? Fábio contou um pouco de sua trajetória desde 1993 onde começou no interior de Minas em uma campanha de natal, de lá pra cá tomou um impulso impressionante em sua carreira com o surgimento da internet. Segundo Fábio, a mudança no senário do marketing promocional foi para melhor com essa ferramenta poderosa, que ele denomina rede mundial de pessoas e não de computadores, para ele o que está interligado na web são seres humanos e não máquinas, mas adverte, nem tudo que está on line significa ser o melhor e nem tudo que esta off line significa que está ultrapassado. Uma surpreendente apresentação com uma filmagem amadora do projeto aqua nos mostra uma tecnologia futurista e impressionante, no qual podemos interagir através de toques nas interfaces da tela uma inovação tecnológica que dá um show. E para nos dar um exemplo de como a internet é capaz de aproximar as pessoas, ele fala do novo cenário de marketing promocional, o Flash mob, que são aglomerações instatâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada através de e-mails. O vídeo mostrado foi de uma comemoração do programa The Oprah Winflrey Show, o talk show da atris bilionária, com maior audiência da história da televisão norte americana. Ela conseguiu reunir um grande número de pessoas através do flash mob on line. Não dá para descrever o vídeo mas vale a pena conferir no site é muito legal, dá vontade de participar: Dê só uma olhada. Mas esse tipo de ação não é pra todo mundo, conta Assis, isso vai depender da empresa, do público que se quer atingir enfim, adequar o seu produto ao cliente ideal não é uma tarefa fácil. Hoje em dia os consumidores querem participar das novidades . Apesar da internet atingir somente 25% da população ela atinge as classes A/B que são formadores de opinião, pense nisso. Questionado por um aluno de publicidade da Estácio, sobre o afastamento do contato direto com outras pessoas que estaria diminuindo, e assim causando mais violência? Assis discorda e dá sua resposta:

O embate da record com a globo

Nem culto e nem novela, o embate agora é outro.






Gláucio Roberto Brittes de Araújo, juiz da 9ª vara criminal de São Paulo, foi protagonista essa semana, ao aceitar a denúncia do Ministério Público Estadual, contra o Bispo Edir Macedo, e outras noves pessoas ligadas à igreja Universal do Reino de Deus. Era a deixa, para que a mais poderosa emissora de TV doBrasil precisava para entrar em cena com todo vapor. Com raríssimas excessões,a Globo veicula matérias de longa duração em seus telejornais, salvo por edições especiais, como uma morte de uma celebridade, catástrofes, guerras todas elas nessa mesma linha, esse talves fosse um escândalo como os outros, porém teve um agravamento de ser a concorrente que mais vem incomodando e ameaçando a audiência da Rede Globo, a matéria veiculada em todos os telejornais mais parecia um recado: Tome cuidado com a número um do ibop, se sair da linha vira notícia.
O motivo da denûncia é a cusação de lavagem de dinheiro desviado da Universal, Macedo também é acusado de usar nome de laranjas para conprar emissoras de rádio e de TV que hoje compõem a Rede Record. Em alguns casos, Macedo teria fraudado procurações assinadas por estes laranjas para, posteriomente, transferir as acões das emissoras para seu próprio nome ou de pessoas acusadas de participar da qadrilha.
Para se defender, a rede Record atacou de várias formas a Globo, usando até mesmo os discípulos globais que havia comprado, tudo para tentar abalar a estrutura global, mas isso não conseguiu desviar a atenção voltada aos seus atos e de seus comparsas, Alba Maria da costa, Edilson da Conceição Gonzales, Honorilton Gonçalves da Costa, Jerônimo Alves Ferreira, João Sciorilli e Veríssimode Jesus, todos são réus determinado pelo Juiz após aceitar a denúmcia.
Quanto a Globo não tenho muito para comentar, o papel jornalístico foi cumprido e ponto final. Notícia é notícia. leia mais

terça-feira, 12 de junho de 2007

Peritos pedem socorro




Em uma entrevista coletiva realizada pela Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP), na cede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, estava em pauta a violência vivenciada pelos profissionais diariamente.
A cada dia aumenta mais a falta de segurança dos médicos peritos do INSS. Alguns pacientes que não conseguem o resultado ‘desejado’ nas perícias agridem e até assassinam os médicos.
Essa entrevista coletiva foi motivada pela indignação dos profissionais da ANMP depois do assassinato de um médico em Patrocínio (MG). José Rodrigues de Souza (61) foi baleado pelo ex-gari Manoel Rodrigues (60) depois de ter tido o seu pedido de benefício do INSS negado. José Rodrigues trabalhava há trinta anos para o INSS, era casado e pai de dois filhos.
A ANMP assinou um acordo com o INSS que garantiria a segurança dos profissionais. As medidas que seriam adotadas incluíam portas com detectores de metais, acompanhamento policial para as regiões rurais, dentre outras medidas. Mas nenhuma dessas medidas foram tomadas.
Como forma de pressionar o Ministério Público a ANMP fez uma paralisação de cinco dias. A decisão de protestar parando de trabalhar esses dias foi tomada depois que a médica perita Cristina Felipe da Silva foi assassinada. Essa greve foi julgada e considerada legal pelo Tribunal do DF.
E as ameaças não são apenas com os médicos peritos. O auditor fiscal Guilherme de Oliveira Horta contou que para trabalhar ele toma várias medidas de segurança. Algumas das medidas são: o telefone para contato que é deixado nas instituições é sempre o da Delegacia Regional do Trabalho, nunca o pessoal, outra forma de se prevenir é nunca ir sozinho fazer a fiscalização, sempre em dupla. Nos casos que oferecem maior risco a escolta policial é acionada. Na área rural é onde acontecem mais casos de ameaças. Guilherme contou que com essas medidas ele conseguiu, desde 1984, desempenhar seu trabalho.
A insegurança diária desses profissionais está assustando cada vez mais. É preciso que haja segurança para que eles possam trabalhar. Cada profissional cria alternativas próprias para tentar amenizar o problema, mas a violência crescente parece não ter fim.
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violência no trânsito

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Ministério Público fecha bingos em BH



























Sete casas de bingo foram fechadas pela polícia militar em uma operação conjunta com o Ministério Público Estadual. Destas, três funcionavam nos bairros Barro Preto e Santo Agostinho, na região Centro-Sul da cidade, um na Savassi, outros dois no hipercentro e um na região do Barreiro.
A Polícia Militar cumpriu mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juizado Especial Criminal. Esta operação envolveu 120 policiais militares, representantes do Ministério Público Estadual, da Prefeitura de Belo Horizonte e do Juizado Especial Criminal.
O MP considerou que havia ordem da Justiça Criminal para o fechamento, a qual tem competência sobre decisões relacionadas a jogos de azar, e manteve a ação.
A Associação Mineira de Bingos (Amibin) prometeu acionar a Corregedoria da Polícia Militar e a Comissão de Direitos Humanos para apurar a atitude do Ministério Público no fechamento das casas de bingo. Segundo a advogada da Amibin, Giselly Marchesano, foi constatado comportamento arbitrário e indigno dos militares nos estabelecimentos localizados nas ruas Caetés e São Paulo.
Todas as liminares concedidas foram cassadas. Agora, por determinação do Ministério Público nenhuma casa de bingo pode funcionar.

Pare, leia e pense



De acordo com os Detrans estaduais a região sudeste é a que tem maior registro de número de acidentes de trânsito. Esses acidentes são a segunda maior causa de mortalidade no Sistema Único de Saúde (SUS). De dezembro de 2006 até junho deste ano já foram gastos R$ 635 milhões com internações em hospitais públicos causadas por acidentes de trânsito.
O novo Código de Trânsito Brasileiro, em vigor desde 1998, implantou o sistema de pontos na carteira de habilitação e multas com valores elevados. Isso ajudou a reduzir o número de acidentes. Em 1998, 30.394 pessoas perderam a vida, o ano seguinte já houve a diminuição em 13% deste número.
Apesar disso, estatísticas da polícia federal demonstram que a cada ano, a contar de 2000, há uma variação pequena nos números de acidentes. Eles estão reduzindo, mas de uma forma muito lenta.
As principais causas de acidentes são o uso de drogas e álcool. Outros fatores que contribuem são a falta de cinto de segurança e o excesso de velocidade.
Um estudo recente feito pela Universidade Federal da Paraíba comprovou que o cansaço é outro importante fator que contribui para o aumento dos acidentes de trânsito. Os motoristas que dirigem com sono tem seus reflexos mais lentos, além de terem a visão alterada.
A BHTRANS e a prefeitura de Belo Horizonte lançaram uma cartilha com dicas sobre o trânsito. Elas fizeram cinco fascículos que são distribuídas em blitz, sinais, nos grandes estacionamentos e no DETRAN – MG. Este mês está sendo divulgada a terceira edição que é sobre estacionamentos. A primeira foi sobre limites de velocidades, a segunda, circulação, a quarta edição vai ser sobre segurança e a última tem o título de “paz no trânsito”.
Para conseguir os fascículos anteriores os interessados podem entrar em contato com a BHTRANS através do telefone (31) 3277-6500 ou pelo e-mail geatubht@pbh.gov.br.
É preciso ter calma e consciência no trânsito. Os motoristas devem se conscientizar que o que está em jogo não é somente a vida de quem dirige, mas a de outras pessoas também.

terça-feira, 15 de maio de 2007

POLICIAIS NÃO ACEITAM REAJUSTE DO GOVERNO





Os policiais civis de Minas Gerais estão em greve. A categoria não concorda com o reajuste de 33% anunciado pelo governo do estado. O aumento seria dividido em três parcelas cumulativas: 10% em setembro desde ano, 10% em 2008 e 10% em 2009. Eles exigem um aumento imediato de 19,6%.
O atendimento à população tem sido feito apenas nos casos de crimes hediondos, os policiais não fazem rastreamento e não realizam nenhum trabalho da Polícia Civil.
A juíza da 3ª Vara da Fazenda Pública de Minas Gerais, Sandra Alves de Santana e Fonseca, considerou ilegal o movimento grevista realizado por entidades representativas de classe das Polícias Civil e Militar. Segundo a juíza “a greve das Polícias Civil e Militar prejudica a segurança da população, serviço essencial que deve ser mantido por essas instituições”.
De acordo com o governo do estado, o reajuste anunciado é superior à inflação projetada pelo governo federal até 2009. O governo afirmou também que Minas é o estado que mais investe em Segurança Pública no país, com cerca de 13% do orçamento.

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